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David do Prado
Kwai Videos Notícias > Blog > Noticias > Planos de proteção veicular personalizados por perfil de uso
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Planos de proteção veicular personalizados por perfil de uso

Por Adam Valssen 19/08/2026 5 Min de leitura
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David do Prado

Por muito tempo, o valor pago para proteger um carro dependeu quase exclusivamente do modelo do veículo e da faixa de preço na tabela FIPE. Quem rodava todos os dias em rodovia pagava o mesmo valor de quem usava o carro raramente, só nos fins de semana, para levar os filhos à escola. A conta fechava do mesmo jeito para os dois, mesmo com rotinas de risco totalmente distintas.

Contents
Por que cobrar da mesma forma deixou de fazer sentido?Como o perfil de uso entra na conta da proteção veicularO que muda na prática para quem dirige pouco ou muito?O que essa mudança sinaliza para quem dirige todos os dias?

Essa lógica fixa começou a perder espaço para modelos que observam com mais cuidado a rotina de quem dirige. David do Prado, vendedor com mais de dez anos de experiência no setor automotivo e proteção veicular, pontua que o mercado amadureceu ao perceber que dois motoristas do mesmo carro podem representar riscos completamente diferentes.

Por que cobrar da mesma forma deixou de fazer sentido?

Tratar todo mundo com a mesma régua nunca fez tanto sentido quanto pareceu por anos. Um motorista que sai de casa às seis da manhã e enfrenta trânsito pesado até a noite acumula exposição a colisões, furtos e imprevistos que alguém que usa o carro só nos fins de semana simplesmente não tem. Ainda assim, os dois pagavam praticamente o mesmo valor mensal.

A mudança veio da pressão natural do consumidor por pagar de acordo com o que efetivamente usa. Planos genéricos, pensados para o motorista médio, que não existe, empurravam quem usa pouco o carro para fora do mercado formal de proteção, abrindo espaço para associações com faixas de contribuição mais próximas da realidade de cada perfil.

Como o perfil de uso entra na conta da proteção veicular

Frequência de uso, trajeto percorrido, se o carro dorme em garagem fechada ou na rua e até a região onde o motorista mora entram hoje na composição do plano. Cada um desses fatores altera o risco real de sinistro, e ignorar essa diferença significava, na prática, subsidiar o motorista de maior exposição com a contribuição do motorista mais cauteloso.

David do Prado
David do Prado

David do Prado indica que associações de proteção veicular passaram a estruturar coberturas modulares justamente para acompanhar essa diversidade. Em vez de um pacote fechado, o associado escolhe itens como assistência 24 horas, carro reserva ou cobertura ampliada contra terceiros, sem pagar por benefícios que não fazem sentido para a sua rotina.

O que muda na prática para quem dirige pouco ou muito?

Para quem usa o carro diariamente como ferramenta de trabalho, a personalização costuma significar cobertura mais robusta contra colisão e assistência rápida, já que qualquer imprevisto interrompe a rotina financeira. Motoristas de aplicativo, entregadores e representantes comerciais entram nessa categoria, com planos pensados para exposição contínua ao trânsito e para o tempo parado que um sinistro pode gerar no meio de uma jornada de trabalho.

Já quem dirige pouco, seja por trabalhar em home office ou usar mais transporte público, tende a encontrar contribuições menores em modelos que consideram a baixa frequência de uso. David do Prado descreve esse movimento como uma correção de rota, um jeito de a proteção veicular parar de tratar como igual o que nunca foi.

O que essa mudança sinaliza para quem dirige todos os dias?

A tendência de personalizar planos por perfil de uso não é um ajuste passageiro. Reflete uma mudança mais ampla no setor automotivo, em que o motorista deixou de aceitar pagar por um pacote genérico e passou a exigir clareza sobre o que está, de fato, contratando mês a mês.

Empresas como a Aproest Proteção Veicular acompanham esse movimento ao adaptar as faixas de contribuição à realidade de cada associado, em vez de aplicar uma tabela única para todo o grupo. Para David do Prado, o próximo passo do mercado é aprofundar ainda mais essa leitura de perfil, tornando a proteção veicular mais parecida com o comportamento real de quem está no volante e menos com uma média que não representa ninguém de fato.

Tag:David do PradoO que aconteceu com David do PradoQuem é David do PradoTudo sobre David do Pradovendedor de automóveis David do Prado
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